sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Boas Festas!!!


Sem mais palavras, porque estas me falham, quero apenas dar-vos um beijinho e desejar-vos um Natal muito feliz, na companhia de quem mais amam.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Switzerland, here I go!


Há imenso tempo que não saio de Portugal, longe vão as férias no sul de Espanha, quando a Inês era pequenita e já passaram 18 anos desde que viajei Europa fora, ainda no liceu...
Alojamento garantido em casa de pessoas amigas, que mais poderia desejar? Claro que as passagens foram adquiridas há meses, para garantir bom preço, e o mealheiro tem recebido uns trocados para esse fim também, o que não é fácil, com os miúdos a precisar de roupa e tudo o mais...
Falta pouco para ver a Suíça envolta num manto de neve. Estou em pulgas!!! Os miúdos então, principalmente o Tomás, não fala noutra coisa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Carmenzita, a história de um anjo

Voei...




Esta menina, este pequeno ser, viveu uma história muito atribulada, com um final muito triste.
Para ela, e para todas as crianças que vivem ou viveram estes momentos menos felizes, de dor e de solidão, um beijinho daqui até ao céu.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Vacina da gripe, para que te quero?




Resolvi levar a vacina contra a gripe pela primeira vez em 2010. Como todos os anos apanho umas constipações valentes e a minha rinite agrava por isso mesmo levando-me a dores de cabeça infernais, resolvi experimentar. Além disso, desde que há uns anos tive um princípio de uma pneumonia que me deixou de rastos, que teria eu a perder?


No primeiro Inverno, nada de especial aconteceu. Antes do segundo Inverno, porém, a coisa foi diferente: depois de levar a vacina, mal entrei no carro, comecei logo a sentir náuseas. Seguiu-se uma sensação de corpo dorido e um cansaço tal que me vi aflita para conduzir até casa.

Este ano não vou levar a dita vacina. Não se morre da doença, morre-se da cura? Aquela reação pós vacina deixou-me de rastos. Nem depois de levar a vacina contra o tétano me sinto assim!

Há cada vez mais pais que não vacinam os filhos, segundo uma notícia que li há tempos. Não concordo, de modo algum, mas também entendo que os pais estarão a fazer o que acham ser melhor para os SEUS filhos. Uma coisa é certa, se todas as vezes que levasse uma vacina me sentisse como me senti ao levar a vacina da gripe no ano passado, pensava duas vezes antes de me vacinar contra o que fosse e, durante o ato, cruzava os dedos atrás das costas para ter a certeza de que ainda ia conseguir levantar-me da cadeira e ir para casa!

Bolas!!! Para todos os efeitos, eu... 





Para quem quiser tirar dúvidas:

Vacina da gripe

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Desabafo profundo

Hoje tenho mesmo que falar, deitar para fora, me expressar…


Hesito, porém escrevo. Não dá mais para reter, custa-me processar tudo de uma só vez…

Nunca escondi de ninguém que o Outono/Inverno é terrível para mim. Nasci em Janeiro, parece que foi maldição, vá-se lá entender. Desde fins de Setembro a Março, se essa graça me fosse dada, adorava hibernar, acordar apenas com os primeiros chilreios de Primavera.

Este ano, não foge à regra. É estranho como, ano após ano, parece que tudo o que há para me acontecer de menos bom espera por esta altura do ano, como se tal fosse possível. Mantenho-me positiva, ou esforço-me por isso, tentando como que quebrar este “feitiço”. Aguento, calo, digiro.

Um membro muito próximo da minha familia é vítima de violência doméstica há já vários anos. Como esquecer? Não dá! Toma-se uma atitude, espera-se que seja suficiente, não é. Parece uma bola de neve, reação gera reação e as coisas estão na mesma ou pior, com a agravante de agora se estar no núcleo de essa bola de neve. Misturam-se as emoções do suposto aniversário do meu falecido pai, com a mágoa do desaparecimento do felino que nos acompanhou nos momentos mais difíceis da vida, como se entendesse a nossa tristeza e nos puxasse para a vida e da luta da Corajosa ou Spirit, que parecia ter agora direito a uma vida digna e feliz, para ter que ser posta a dormir. Vivi a história dessa égua, deixei que entrasse no meu coração, esmoreci ao saber o seu triste fim… Para finalizar, aproximam-se duas datas dramáticas, do subir de um pequeno anjo muito amado e do seu avô.

Depois, a cereja no topo do bolo, ciumeiras na familia do marido na nossa direcção, daquelas que deviam corar de vergonha qualquer um, visto que dão origem a birrinhas dignas de crianças de 5 anos. Resultado: não há prendas de Natal para ninguém daquele lado da familia e a ceia, que seria em casa dos envolvidos, ficou sem efeito. Pelo meio os meus sogros ficaram bastante magoados com a falta de respeito do próprio filho para com eles e não acreditam como é possível tais ciúmes entre irmãos…

Por mim, tanto se me dá como se me deu, não haver prendas de Natal. Estamos a poupar para passar de ano com a nossa afilhada de casamento, que vive na Suíça, e se menos dinheiro gastar nos tarecos de Natal ainda melhor.

Desculpem, mas estava a rebentar pelas costuras… Agora que “falei”, sinto-me um pouco melhor!

Agora, em frente, que atrás vem gente!!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aos donos de animais, por esse país fora

Este fim de semana desapareceu a minha gata, que o meu marido encontrou a vaguear na rua quando eu estava de baixa pela gravidez do meu anjinho. Já lá vão seis anos… A Nita, como eu lhe chamava, cresceu, tornou-se gorda, de pelo luzidio e muito meiga. Nunca fez mal algum aos meus pimpolhos, mesmo em bebés, chegando inclusivé a dar com ela aos pés do Tomás no berço, a dormir, quase que tomando conta dele. Adorava aquela gata, pelos momentos em que ela foi a minha única companhia enquanto a barriga crescia, para depois desaparecer bruscamente e vir de braços vazios para casa. A Nita foi, de certo modo, o meu ombro naquele Inverno horrível que se seguiu, até eu ir novamente trabalhar.


Desapareceu… e abriu por momentos uma ferida quase sarada, aberta no dia 26 de Outubro de 2006…



Adiante, porque no cair e levantar já eu tenho imensa prática, este fim de semana, por coincidência, apareceu um apelo no Facebook do Rui Costa (ex guitarrista dos Silence4, residente aqui perto): uma égua estava moribunda, num terreno baldio às portas da cidade, fotografada por alguém que passava na pista de bicicletas a alguns metros. Pouco depois, juntaram-se mais vozes ao apelo. Pelos vistos um veterinário da câmara já lá tinha ido, mas nada fez… Do dono do animal, nem sombras… A indignação subiu de tom, à medida que os vários contactos efetuados não surtiam efeito. Uma noite passada ao relento, envolveram o animal em mantos e alimentaram-no.



Esta história estava a emocionar-me, misturada com a sensação de perda da Nita, mas eu não podia deixar de ir trabalhar para me reunir com os vários jovens que se encontravam a tentar salvar o animal. Ao longo do dia fui vendo a evolução dos “trabalhos de remoção” da égua, já que ela nem força tinha para se levantar. Um reboque respondeu ao apelo e, ajudado por um operador de uma grua que permanecia ali perto, colocaram o animal de pé. Penso que só à segunda tentativa conseguiram que entrasse no veículo de transporte de cavalos. A “Their Choice”, nas Caldas da Rainha, prontificou-se a cuidar do animal, visto que é a isso mesmo que se dedica: cuidar de animais maltratados de grande porte.

Ao fim da tarde chegavam as fotos da “menina” na sua nova casa e os parabéns a quem esteve envolvido nesta aventura sucediam-se. “Orgulho em ser humano”, lia-se aqui e acolá…

Dirijo-me agora aos donos de animais que possam, eventualmente, ler-me:

Ter um animal em casa é uma grande responsabilidade. Se não estão preparados para as adversidades, para o alimentar, cuidar na doença, acarinhar, não aceitem/adotem nenhum. Sejam responsáveis e castrem/esterilizem os mesmos, se não querem ver-se a braços com crias. Cuidem da sua higiene. Protejam-nos, brinquem com eles, falem-lhes. Li algures que se identifica um país desenvolvido através do modo como tratam os seus animais. Temos um grande caminho a percorrer.

Fiz as pazes comigo mesma: perdi uma amiga, ganhei outra, ainda que indiretamente…

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Pequenas coisas...

A minha viagem pelo mundo dos blogues começou em Dezembro de 2006, dois meses depois de ter sofrido o maior desgosto da minha vida. Comecei no "Sol" um cantinho a que chamei "O Livro da Vida", onde relatei o meu desalento. Fui muito bem recebida, depois surgiram complicações e apaguei quase tudo. Voltei-me para o Facebook e para o Blogspot, onde abri esta pequena casinha. Orgulho-me, porém, de poder dizer que ainda hoje mantenho contacto com pessoas com quem travei conhecimento no meu blogue no Sol e daí resistir ao impulso de o fechar definitivamente.
Isto tudo para dizer que duas dessas pessoas me "bateram à porta" com uma surpresa boa: o Liebster Award (foto em baixo), que, segundo sei, é oferecido aos blogues com menos de duzentos seguidores da preferência de quem o atribui. Essas pessoas foram o João Carreira do blogue Combaro Português http://combaroportugues.blogspot.pt/ e o Henrique Caldeira, detentor do blogue Aurorar http://aurorar.blogspot.pt/, a quem eu dirijo um muito obrigada, mais uma vez.
Isto para mim é uma grande "pequena coisa"! Significa que ainda toco alguém, mesmo quando sinto que sou invisível...

Vamos então à "entrevista"levada a cabo por quem deu o "troféu" ao detentor do blogue que o conquistou. Luzes...câmara, acção! eh ehe

1. «O que achas do meu blog?»

     São bastante diferentes, o Cômbaro Português e o Aurorar, mas igualmente cativantes: o Cômbaro delicia-nos com belas paisagens serranas, tempera com humor e refina com amizade. O Aurorar é um misto de alento e desalento, de estados de alma em forma de poemas lindíssimos, entrecortado com  fotos de pequenos grandes momentos. 


2. «O que achas da blogoesfera?»

     É um mundo à parte, com tudo o de bom e de mau que possamos imaginar.

3. «Coisa mais bonita?»

     O dormir sereno de um bebé

4. «Principal objectivo»
     Atingir a estabilidade a todos os níveis

5. «Maior vício»

     Cappuccino. Hummm!!
6. «Música Preferida»


7. «O que mais odeias?»

     Sentir-me impotente, perdida


8. «Qualidade?»

     Não consigo pensar em nenhuma...


9. «Defeito”

     Refilona, até que me provem que estou errada ;)


10. «Qual é o teu ídolo?”

     Correndo o risco de repetir respostas idênticas, o meu ídolo é, ou foi, o meu pai. Ser imperfeito, mas muito correcto.

11. «És feliz?”

     Não... Amo a minha familia, adoro os meus amigos, gosto do meu emprego, mas busco algo que ainda não consegui identificar.


E os blogues aos quais dedico o Liebster Award são (tendo em conta que não devo dá-lo de volta a quem mo deu, com imensa pena minha, já que merecem):

http://olhaopirralho.blogspot.pt/ , do saudoso colega escritor, vizinho do meu primeiro blog
http://era1xeu.blogspot.pt/, uma mãe com quem travei conhecimento quando tive problemas de esterilidade
http://sonhoterumfilho.blogs.sapo.pt/ a pessoa que eu tanto admiro, que lutou tantos anos por um filho, que perdeu, infelizmente, duas estrelinhas poucas semanas antes de eu perder a minha...É, para mim, uma mulher fantástica, lutadora, muito MULHER

Era suposto deixar aqui 11 blogues, mas confesso que neste momento sigo apenas alguns, já que muitos fecharam as portas. Sim, a blogoesfera mudou...e muito...





segunda-feira, 13 de agosto de 2012

"Oh,la vache!"

Esta época do ano é, para mim, interessante. Visitam-nos os nossos compatriotas emigrantes, muitos fazem questão de se exibir como se "lá em cima" é que se faz vida boa e aqui não há nada que preste. O que é certo é que cada vez que vejo um carro a queimar pneus no asfalto,ultimamente, a matrícula é quase de certeza francesa. Caricatamente, reparo que os emigrantes na Suíça são, na generalidade, mais pacatos. Será que as boas maneiras em França são diferentes das da Suíça? É que, para quem deixou Portugal para viver melhor, quem vai para França nem sempre deixa de mostrar, pelo seu comportamento, que não passa de um portuguesito de meia-tigela na mesma...


terça-feira, 10 de julho de 2012

E se um médico um dia estiver no lugar do paciente?


Eu até entendo que ninguém gosta de perder regalias, ter cortes nos salários e subsídios, trabalhar mais com menos. Entendo que trabalhar por amor à camisola é coisa de passado longínquo, ou para um ou dois que ainda faz voluntariado. Entendo ainda que ninguém gosta de andar vários anos a queimar os neurónios na escola, para depois ser mais um Zé Ninguém no mercado de trabalho. Entendo que muitos se habituam a um nível de vida do qual não conseguem abdicar em caso de necessidade, como ter empregada doméstica, uma segunda casa para férias, morar no bairro XPTO, ter um carro topo de gama e pagar os estudos aos filhos que já andam na faculdade há 6 anos e não saem da cepa torta, dando-lhe ainda uma semanada choruda para as noitadas, indumentárias da loja VIP e uma viatura de calibre para mostrar lá no campus. Eu juro que entendo tudo isso... Agora, gostava era de ver um médico num hospital público, doente, sem forças e chamar alguém para o ajudar e não haver ninguém. Oh se gostava...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Estatísticas à portuguesa



Estes dados dão-me à volta à cabeça... Tanta criança a morrer, tão poucas a nascer. A economia do país num caos daqueles...
A construção parou, os imigrantes fugiram para o país de origem, o custo de vida aumenta.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Luta contra a fome


Coitadinhas, estou a tentar proceder à recolha de alimentos para estas meninas... Ajudem, sff!

Leituras que recomendo




Recomendo, vivamente, este livro. É de suspirar a cada instante. Um romance lindo, puro, que nos leva a colocar na pele nos protagonistas. Levem-no convosco para a praia e boa leitura!

sexta-feira, 22 de junho de 2012


Benefícios do Exercício Físico


 
A actividade física realizada na maioria dos dias da semana melhora a saúde nos seguintes aspectos, segundo a OMS:


Reduz o risco de morte prematura.
Reduz o risco de morte por doença cardíaca.
Reduz o risco do desenvolvimento de diabetes.
Reduz o risco do desenvolvimento de hipertensão arterial.
Auxilia na redução do nível de hipertensão nas pessoas que já a possuem.
Reduz o risco do desenvolvimento do cancro de cólon.
Reduz sentimentos de depressão e ansiedade.
Auxilia o controle de peso.
Ajuda a construir e manter saudáveis ossos, músculos e articulações.
Ajuda os idosos a se tornarem mais fortes e mais aptos a se locomover sem cair.
 Promove bem-estar psicológico.

 

 
Certo…Para quem, como eu, passa o dia sentada eis umas dicas valiosas para exercícios no escritório:

 

 

 

 
Nota – Se o seu chefe perguntar o que está a fazer, diga para experimentar consigo!

 

Nota- Se algum colega perguntar, diga que está a tentar apanhar a mosca que está a atormentá-la!



Nota - Se chegar algum cliente, diga que estão em ensaios para a peça de Natal da empresa, mesmo que faltem 9 meses ainda para a data prevista!



terça-feira, 19 de junho de 2012

Hoje vou procurar concentrar-me nas coisas boas da vida.


Sei que não o devia fazer, mas não volto a colocar os pés num médico tão cedo. Estou a ficar maluquinha! Vou ao médico da empresa, consulta de rotina, manda-me ao cardiologista… Vou ao otorrino com o Tomás, aconselha-me cirurgia ao meu nariz para correção do septo, tenho que repetir exames na ginecologista de 6 em 6 meses devido ao endometrioma no ovário e aos nódulos do peito, devia ir à ortopedista para acompanhamento da espondilose, ao psiquiatra para tentar deixar a medicação… Já não dá… Tenho 36 anos e vou mais vezes ao médico do que a minha mãe, que tem 80! Não quero continuar nisto. Só volto a um consultório quando me doer alguma coisa. Cansei…

“Entrementes”, vamos então às coisas boas:

Finalmente arranjei ginjas para experimentar a fazer licor. Andava há 3 anos a pedir aos meus colegas que me arranjassem ginjas! Parece que estão em vias de extinção, eh he. Gosto muito de ginja, principalmente de Inverno, ao serão. Hummm… Caricatamente, há muitas maneiras de a fazer. Uns colocam aguardente, vinho tinto e açúcar amarelo. Uns colocam pau de canela, outros não. Há quem prefira açúcar refinado porque o amarelo custa a dissolver e supostamente ganha depósito. Até umas colheres de xarope de groselha já há quem ponha também. Eu cá vou experimentar, depois logo se vê, ou melhor, se prova ;)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Life is just like a merry go round

Os meus pirralhitos estão tão grandes... A Inês está numa fase em que muda o corpo a cada 15 dias, nervosa e agitada. Ainda hoje me dizia que não sabe o que quer ser quando crescer. Tem receio de errar na escolha, de errar no que virá a fazer. Preocupações normais, disse-lhe eu, mas o tempo o dirá.
 Eu... eu vou envelhecendo a cada dia que passa, devagar mas a passo certo. Sinto falta de desafios, tudo me cansa...
Vou apreciando a destreza do Tomás, que capta tudo com uma facilidade impressionante. Vou sorrindo ao ver a Marta, tão menina, que adora mimo e finge choramingar só para ter um beijinho de consolo.
Se hoje me sinto realizada, amanhã talvez não sinta... Assim vai passando a vida, como diz a canção "Life is just like a merry go round"...

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Aprenda a estudar e tenha sucesso na faculdade

Leiam Aqui umas dicas para ajudar os filhos na escola. Olhem que resulta mesmo, eu estudei desssa forma e resultou! Bem...quase... eh eh eh

quinta-feira, 7 de junho de 2012



Férias? Que férias?...
Bem, fiz o ecocardiograma com doppler na terça-feira e, pasme-se, diz "normal", depois de estar escrito que tenho o tal prolapso da válvula mitral (que já sabia) e a válvula tricúspede também tem um problema "funcional", segundo o próprio relatório. Ok... A questão é: é normal ter problemas nestas duas válvulas? É normal andar cansada de morte? O que significa, afinal, "normal"? Expliquem-me, porque eu já não sei!
Para piorar as coisas, voltaram as malditas dores lombares, com mais intensidade do que as anteriores, a ponto de sofrer horrores só para me calçar! Passei uma noite horrível, não estava bem em nenhuma posição. O diacho do colchão está a pedir para ser mudado, de certeza...

Fui hoje a um primo que é osteopata e confesso que fiquei fã. Saí de lá num brinco, com um tratamento XPTO. Experimentei isto http://luanasporto.wordpress.com/2011/03/16/ventosaterapia/  e fiquei impressionada. Agora, rezo para que as malditas dores não voltem.




 O meu medo é que a espondilose que me foi diagnosticada se agrave para hérnia de disco, tal são as dores...
 Mãeeeeeee... Não há nada mais que me aconteça? Caramba...

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tempo de retemperar forças ao virar da esquina, finalmente. Um bom livro me espera, quem sabe um pouco de découpage para temperar, polvilhando os dias com uma saída fortuita.
Estou mesmo a precisar...
O stress está ao rubro, novo ECG com Doppler para ver se a máquina está doente, as dores de cabeça não páram, anemia eminente...Como vêem, tudo bons motivos para sorrir...


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Deixem-me falar...



Hoje é um daqueles dias que preciso mesmo de falar...
Estou literalmente exausta, de corpo e alma. Confusões no trabalho, a luta diária com as finanças domésticas (sim, porque eu não janto ou almoço em casa de sogros ou pais, nem tão pouco me enchem o frigorífico), a falta de mais 4 braços para cozinhar, limpar, lavar roupa, passar, arrumá-la, tirar a roupa que não serve às crianças para fora, ajudar a mais velha nos TPC, ajudar os pimpolhos a comer, a incompreensão que assola o lar.
Preciso de falar...
Hoje, se me vires um sorriso, esquece que está a ser forçado, por favor... Hoje, não me apetece sorrir...

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Telemóvel +65

Que brinquedo dei eu agora à minha mãe... Um telemóvel. Até aqui, nada demais, pensarão vocês... Mas, a minha mãe está prestes a fazer 80 anos. Sabe ler, é certo, mas não percebe nada de novas tecnologias. Então, porque resolvemos dar-lhe o aparelho? A resposta é simples: está sózinha o dia inteiro, raramente está em casa e estamos sempre preocupados com o que poderá suceder-lhe.
O problema é que ela atrapalha-se... O telemóvel, da TMN para pessoas de idade, com teclas enormes e super simples, com tecla SOS e tudo é um bichinho confuso para ela. Nem sequer se lembra de o desbloquear se fôr para telefonar a alguém...
Que vidaaaaaa....

terça-feira, 24 de abril de 2012

Bem lá no fundo...

... acredito que vai ser possível.
Se fôr apenas um sonho, um desejo, de que tudo vai correr bem...por favor não me acordem!



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Still looking...

... for someone who will get me free...



I still believe...

Sim, ainda acredito que um dia estarei livre...





sexta-feira, 30 de março de 2012

Help...





Preciso urgentemente de desabafar, de gritar, chorar...
Teimo em erguer o queixo e esboçar um sorriso, mas o que me apetece mesmo é adormecer e fingir que o mundo lá fora não existe. Caramba... porque deixo que tudo me afecte?
Dói-me a cabeça de pensar em soluções, idealizar meios e finalidades.
Tenho medo, muito medo. A raiva invade-me, depois a indiferença, finalmente a apatia. O cansaço torna-se o meu companheiro, quero desesperadamente que tudo se silencie.
Imagino-me noutro corpo, noutro local, noutra vida. Sou ingrata pelo que tenho... Sou amaldicioada pela fraqueza de espírito que possuo ao reclamar da vida que Deus me deu...

terça-feira, 13 de março de 2012

What if...



E se...
Se eu conseguisse calar o vento e o mar,
Fazer os pássaros entoar melodias das partituras de Beethoven?
E se...
Conseguisse capturar o cheiro de todas as flores,
Entender todas as línguas e dialectos?
E se eu...
Se eu pudesse entrar dentro do teu peito,
Afagar o teu coração e acalmar teus receios?
E se...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Eu consigo...eu consigo...eu consigo...eu...não consigoooo!





A fase da adolescência está a começar, ainda a procissão vai no adro e eu já estou com os neurónios às voltas. Estudar com ela, rever matéria de ciências, história, português. Estiletes, anteras e raízes fasciculadas, misturadas com a burguesia a clero do século XIII e a terminar com o complemento directo. Trabalhos de grupo, ensaios de coreografias e caraokes sem falar nos TPC... Mãeeeee....

quinta-feira, 8 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Bolinha de sabão




Estamos todos meio anestesiados, quase adormecidos, à espera não se sabe bem de quê. Será que D Sebastião virá para nos salvar, saído das brumas numa manhã de nevoeiro? Portugal está caótico. Os nossos vizinhos na Europa também... Não há ninguém que segure de vez o leme e nos leve a bom porto?
Se ao menos o Benfica se consagrasse campeão... Ou se ganhasse umas férias numa qualquer ilha paradisíaca...
Alguém me dedicasse um poema, me fizesse uma serenata, um avião no ar com uma mensagem de carinho ou amizade. Se pudesse flutuar numa imensa bola de sabão...
Shhhhhh... Estás de novo a sonhar acordada!
Ahhh, que se lixe. Como diz o outro, sonhar não paga imposto. Ainda!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Fire to the rain...

Há imenso tempo que não vou a nenhum concerto. O último a que assisti, foi no Teatro José Lúcio da Silva e foi o Rui Veloso a cantar. Ultimamente tenho uma vontade imensa de ir a um concerto com letra grande, ou melhor, num espaço amplo a perder de vista. Na minha juventude, poucos concertos assisti em estádios de futebol, apenas fui ver o Phil Collins e o Brian Adams, no estádio de Alvalade, mas foram de arromba mesmo. Na altura, o meu patrão das férias escolares convidou-me para ir com eles e, como raramente saía da parvalheira, claro que disse que sim. Claro que a viagem de volta foi muito cansativa, mas valeu a pena.
Este ano vários são os artistas que actuam em Portugal, mas ouvi dizer que estão a tentar trazer a Adele. Hummmm...Adorava ir... Ah mô Deus...


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dever de Ajudar




Este sábado arranjei um tempinho para ia até à ADAV ajudar nas entrevistas a canditatos a voluntários. Deixei a arrumação da casa a meio, a Nocas na explicação e fui ter com a L à associação. Perguntei-lhe como tida corrido a barraquinha na Aldeia de Natal, já que eu lá tinha estado dois fins de semana e pareceu-me complicada a angariação de fundos. Afinal, correra melhor do que pensava. Falámos de projetos futuros, da não execução do baile de Carnaval. Disse-me que não fora levado a cabo por falta de apoios, alguns até de pessoas “da alta”, que se recusaram a ajudar acusando a associação de ser contra o aborto. Fiquei estupefacta…


 
A ADAV é uma associação de apoio e defesa da vida, ajuda famílias carenciadas com roupas, mobílias, alimentos, itens para bebés e crianças e oferece acompanhamento psicológico e apoio a grávidas em situação difícil, inclusivé as que ponderam abortar. A ADAV não condena ninguém, nem promove campanhas antiaborto de qualquer espécie. Aliás, a ADAV apenas promove a VIDA. Os cartazes e folhetos exibem fotos de bebés, não de fetos.



Como podem as pessoas acusar a ADAV de julgar os outros, quando são os outros que a julgam?

Fui buscar a Nocas, que ficou comigo a ajudar com as fichas dos candidatos. A última senhora que recebemos foi uma agradável surpresa: além de vistosa, era também muito simpática e faladora, o que ajudou o tempo a passar melhor. Trocámos ideias em relação à nossa “dor de cabeça” comum: a educação de filhos adolescentes. Gostei imenso daquela senhora, docente no ensino superior, culta, mas muito terra à terra. Portugal precisa de pessoas assim: pessoas de bem, que estão bem e que procuram fazer O BEM.

À saída a minha filha disse-me “Ó mãe, tu fazes amigos em todo o lado!” Eu ri-me para ela e balbuciei “Filha, quando as pessoas são sinceras, as coisas acontecem”

Ela estava super feliz. Tinha-se apercebido do que é verdadeiramente o dever de ajudar…

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012




I’m just letting myself go…




… ‘till I reach out happiness



‘Cause “I still haven’t found what I’m looking for”



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Saúde, mas pouco?

Desabafo de hoje:







Não há um ditado qualquer do género “Tostão a tostão, se faz um dinheirão”? Não sei se existe, mas a minha mãe costumava dizer isso imensas vezes. Digo “costumava” porque há já muito tempo que não a ouço dizer tal coisa… Tenho estado pouco tempo com ela e isso pesa-me na consciência. Um aspeto a melhorar. Ok…Mas onde ia eu? Pois, a tal história do tostão = dinheirão. Ultimamente tenho a sensação de que alguém está a brincar comigo. Ainda na semana passada fui ao hospital porque me doíam imenso as costas na zona lombar há já algum tempo e a minha perna direita estava solidária para com elas. Resultado após RX: espondilose e toma lá uma injeção. Paguei 17,40€ de taxas moderadoras e pensei que a coisa tivesse ficado por aí. Eis que recebo ontem em casa uma cartinha com mais 4,50€ para pagar, referentes ao RX! Agora façam as contas: 21,90€, num hospital público. Não era suposto termos direito a cuidados de saúde básicos gratuitos ou, pelo menos, acessíveis? Se fôr a um médico particular que tenha acordo com um subsistema de saúde (Medis, Multicare), pagando a franquia anual, cada consulta fica ao mesmo preço ou equiparado daquilo que paguei no hospital e a assistência é diferente, assim como o tempo de espera.


Um dia destes estamos em pé de igualdade com os EUA: Tem seguro de saúde? Ótimo! Não tem? Então, temos pena!...


Lição a tirar: informar-me de quais os médicos/ clínicas da zona com acordos com a Medis. Usar e abusar!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Pas de deux...



... encore une fois.

A dança? Não é movimento,



súbito gesto musical


É concentração, num momento,


da humana graça natural.






No solo não, no éter pairamos,


nele amaríamos ficar.


A dança - não vento nos ramos:


seiva, força, perene estar.






Um estar entre céu e chão,


novo domínio conquistado,


onde busque nossa paixão


libertar-se por todo lado...






Onde a alma possa descrever


suas mais divinas parábolas


sem fugir a forma do ser,


por sobre o mistério das fábulas.



Viola de bolso(1950-1967)

Carlos Drummond de Andrade




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Beautiful Paintings Of Nature

Beautiful Paintings Of Nature

Lindas estas pinturas...




Não, este exame não é meu, mas poderia ser. Fiz um raio-x na semana passada, que me diagnosticou Espondilose. Passo o dia sentada, à noite, é claro, sento-me no sofá depois das tarefas domésticas, vou para casa de carro e as minhas costas estão a ressentir-se da vida sedentária. Vou ao ginásio, mas começo a ter algumas dúvidas senão será pior...
As dores na zona lombar são algumas, mas afectar a perna é que é o diacho. Temo que a ciática passe a ser outra das dores de cabeça.
Bem, ainda tenho cabecinha para pensar, mãos para trabalhar e pernas para andar, certo? Então, estou óptima!!!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A mente desarma o coração...

Reparei que nas séries de TV que vejo, em que há uma mulher polícia, o seu parceiro está sempre apaixonado por ela, mas recusam a admiti-lo.

 "Castle":



 "O mentalista":




 "À vista desarmada":


 Têm que começar a ser mais criativos, não?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Lembranças dos meus 18 anos...


Mais uma vez... Erentxun...
Viena de Austria, verão de 1994, um parque com um lago. Uns walkmans que ainda hoje tenho, onde ouço a mesma cassete e viajo no tempo. Naquela viagem, paga com o dinheiro que ganhei nas férias anteriores a trabalhar, comprei-lhe uma esferográfica em que se podia ver uma carruagem de cavalos, bem à maneira da Sissi, que se movia em ambiente aquático quando se virava a esferográfica. Uma pequena lembrança para o meu pai. Quando ouço Mikel Erentxun sinto uma saudade imensa daquele verão, não pela viagem, mas por saber que o meu pai ia estar em casa. A mesma casa onde já não está...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Here I go again...





Novo exame, que nunca efectuei: mamografia. Estou confiante  de que nada de novo trará. Tenho ouvido dizer que custa um bocadinho a fazer... Que se dane. Mais um, menos um...



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Trinta e cinco...TRINTA E SEIS...



Mais um ano? Esta coisa de contar os anos não tem piada nenhuma... Um bolinho que o meu cara-metade comprou, um cappuccino na companhia de um casal amigo e assim se passou a minha noite. Merciiiiii!!!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Eis-me sem nexo...

"Caramba... Tens 35 anos, já devias saber que a vida não te acarinhará" Pensa ela. Fecha os olhos, escuta no seu velho walkman a cassete velhinha de Mikel Erentxun. Deseja partir, para sempre, deixar de ser, talvez... Sem nexo...