quinta-feira, 12 de novembro de 2009

M...




Pai,






Ouves o meu coração?...


Sentes a minha mão?...


Lês o meu pensamento?...


Crê que não te esqueço,


Que choro a tua ausência


E que aguardo pacientemente


O dia em que te voltarei a abraçar…






PS- Dá um beijinho à C…



13/11/2002 – 13/11/2009

6 comentários:

  1. Isabelinha,

    Praticamente que não sei o que é ter um pai. O meu morreu quando eu tinha 12 anos e as lembranças que tenho dele era a de que era um homem autoritário.

    Tenho muita pena da a minha Catarina não ter conhecido o avô e tenho saudades de dizer a palavra Pai, de chamar Pai a alguém.

    Sei o que sentes e sei que custa muito perder um ente querido. Resta-nos a saudades e as recordações de bons momentos passados...

    Um beijo grande,

    Elsa

    ResponderEliminar
  2. Olá Elsa!
    O meu partiu quando eu tinha 26 anos, de cancro do estômago... A Inês tinha 18 meses.
    Sabes, o meu pai já era idoso, tinha 72 anos.Foi complicado para mim crescer com pais com idade para serem meus avós, uma educação à antiga, com imensos tabus, sem luxos alguns, mas apesar de tudo, eu adorava o meu pai. Foi um lutador, que nada tinha e nada deixou, mas sinto umas saudades dele sem fim...
    Perderes o teu pai com tão tenra idade deve ter sido penoso.Uma figura paternal na adolescência faz imensa falta. Porém, a tua mãe fez um excelente trabalho.És uma pessoa exemplar, vês?

    Beijinhos e obrigada

    ResponderEliminar
  3. Olá Isabelinha,

    Pois é a minha mãe fez de pai e de mãe e também foi mãe muito tarde: neste momento tem 75 e eu 38. Seria a diferença que eu teria se tivesse outro filho agora (Ainda não perdi a esperança, vou mantê-la até aos 40 ;)). A minha filha pede tanto!! Agora até já pede como prenda de anos e de Natal. Se fosse assim tão fácil...

    Há muito choque de mentalidades mas no geral damos-nos muito bem.

    Beijinhos,

    ResponderEliminar
  4. Oi!!!!
    A minha fez 77 em Maio e eu tenho 33... Um dia destes também me deixa :(
    Sim, avança! A minha pediu tanto que teve a dobrar :)))))
    É tão giro, a sério. Dão muito trabalho por serem dois, mas a minha maturidade é outra e saboreio muito mais os bons momentos :P

    Beijinhosssss

    ResponderEliminar
  5. Ora viva Isabel
    Todos os que partem deixam sempre algum rasto de luz que nos traz à realidade. Para mim cada data que passa daqueles que para mim foram importantes - independentemente da sua visão do mundo - é um momento de recordação e alguma melancolia. Mas faz parte de viver.
    Bjs e bom fim-de-semana

    ResponderEliminar
  6. É mesmo isso Tozzola: faz parte de viver... A única coisa que temos definitivamente como certa é a morte, não é? Não há nada a fazer, mas podemos sempre recordar quem partiu da melhor forma possivel, lembrando apenas as coisas boas.

    Beijinhoe e um excelente fim-de-semana

    ResponderEliminar

Concordas? Nem por isso?
Apetece-te deixar uma palavrinha?
Então força!

:P