quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Reciclagem de conhecimentos

Terminei o curso em 1998, um ano antes de casar. Já lá vão, portanto, 12 anos desde que pus o Inglês de lado. A única prática que tenho tido é quando vejo filmes e comparo as legendas com o que ouço. Ficavam incrédulos se vos dissesse a quantidade de gaffes que já descobri, desde "Vamos fazer uma torrada" em vez de "Vamos brindar", ou "Fui eu que fiz" para "I did it" em vez de "consegui". Farto-me de rir com as traduções que vou encontrando.
Tenho andado a ter formação de Inglês na empresa, duas vezes por semana. Decidi inscrever-me porque embora não esteja a praticar o que aprendi, também não o quero esquecer. Além disso, adoro Inglês e acho que hoje em dia é uma ferramenta indispensável em muitas àreas de trabalho e não só.
Estou, portanto, a fazer "reciclagem" de Inglês. No final podemo-nos candidatar a exame numa dessas escolas tipo "Cambridge". Depois, logo se vê.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

It's my party

“It’s my party

And cry if I want to...”


Trinta a quatro… Arggggggghhhhhhh! Estou a entrar na idade da carcaça!!!


Um ou dois cabelitos brancos já despontaram aqui e acolá. Eu, ou não seria uma mulher, bem que os tento retirar, mas teimam em crescer de novo. Umas ruguitas de expressão na testa (quem me manda ter uma testa de meio metro?), uma ou outra em redor dos olhos. Lá virá a altura em que terei tantas que o difícil vai ser achar uma parte do corpo sem nenhuma. Não me incomoda. Porque deveria? Não tenho medo de envelhecer. Tenho receio é da solidão que me poderá esperar, isso sim. Vejo o que se passa com os idosos de agora e é inevitável pensar que um dia serei eu ali naquele lar, naquela rua, naquele hospital, sem visitas, a ser tratada por “velha” (palavra que odeio!), um empecilho. Nessas alturas penso na minha mãe, prestes a fazer 78 anos, na sua árdua experiência de vida e em quanto gosto dela…






Hoje, esqueço isso tudo e retorno à cantoria:


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ladies night à vistaaaaaaa!




É curioso como ultimamente me deu para tentar mudar algumas coisas na minha vida. Com a passagem dos anos, a minha perda, os problemas, apercebi-me que esta vida não vai durar para sempre e a juventude muito menos. No próximo dia 26 completo 34 Invernos, o relógio está sempre a contar as horas, os dias, os anos... Três filhos, um marido, um emprego, uma casa para cuidar e pagar... E eu? Que tenho feito desde que acabei o curso há quase doze anos? Por onde passei, quem conheci, o que modifiquei na minha vida? Sonhos? Não tenho. Alguém me disse há pouco tempo que é quase impossível não ter sonhos, mas a verdade é que eu sou muito terra-à-terra e raramente anseio por algo que não parece estar ao meu alcance. Evito desilusões desnecessárias, porque já me chegam aquelas que a vida me traz sem eu esperar.
No final do mês eu e algumas amigas estamos a combinar um jantar-saída. Nada de extraordinário, apenas uma espécie de encontro para pôr a conversa em dia e respirar um pouco o ar do "descompromisso", no sentido de não ter horas para nada. As tarefas domésticas ficam em casa, as preocupações, os horários.
Parar, sentir, respirar, pensar, falar... tudo isto sem restrições!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Um Domingo para recordar...ou não!

Depois de seis horas no Hospital de Santo André, finalmente saí para a rua. Era já de noite... O Tomás estava mais desperto, mas animado, porém ainda com os olhitos pesados. Diagnóstico: provável virose.
Este diagnóstico não me deixa descansada, porque "provável" é uma palavra que odeio, e porque impossibilita o Tomás de ir para o infantário. A minha sogra já começa a ficar cansada de o ter por lá, não sou tola, denotando um certo "arrastar" na voz cada vez que nos pergunta a que horas o vamos deixar lá. É complicado, sei que sim, tendo ela já sido operada ao estômago, sofrendo de depressão e de esteoporose grave na coluna, mas não tenho outra alternativa. Não posso ausententar-me do emprego sempre que me "dê na bolha", porque neste momento sou a única pessoa naquele serviço.
Desta vez, aliada à diarreia ainda sem diagnóstico que se vem arrastando desde Agosto e para a qual ainda na sexta-feira tirou sangue no mesmo hospital, uma febre de 39,5º que o deixou prostrado, olhos muito cansados e umas manchinhas microscópias às quais chamaram petéquias assustaram-me a  sério. De manhã, achei estranho ele não acordar cedo como costume, ainda para mais ontem não quis jantar e só bebeu o biberão de leite de soja (ordens do médico devido à diarreia).Porém, mais estranho achei a sua apatia, a sua palidez. Quando vi a febre, dei-lhe um banhito e coloquei-lhe um Ben-u-ron.Deitei-o enquanto me vestia para irmos ao hospital. Ao vê-lo na camita, todo enroscadinho, nem abria os olhos e de punhos cerrados, uma dor invadiu-me... Não! Não posso esperar mais, não posso perder outro bebé... Meu Deus, acode-me.
A verdade é que o meu homenzinho não tem tido descanso... A luxação na anca, a cabecita deformada, a diarreia... Dá-lhe a Tua mão, Meu Deus!...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Chiça...Penico!

Que coisa! Foi preciso estar mais de ano e meio para ir "ver montras" para agora não sair de lá? No espaço de um mês já fiz uma citologia, uma eco endovaginal (estas perdas não são normais),




tenho que fazer uma eco mamária e depois talvez uma citologia mamária (que nem sabia que existia) ao malvado nódulo que me apareceu há três anos durante a gravidez da Catarina e que provavelmente vou tirar.





O curioso é que os que tinha no peito esquerdo diminuiram e este apareceu XXL no peito direito. Sorte a minha, não?
Definitivamente, o SIU vai ser "instalado" e seguem-se cinco anos de paz e sossego...espero eu!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010